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30 de dezembro de 2012

Postado por Monique | Marcadores: , , ,


Neste fim de 2012, nada mais justo que um blog dedicado ao terror fazer uma perturbadora retrospectiva dos crimes que marcaram o ano. As hediondas obras foram selecionadas de acordo com a polêmica gerada e a vivacidade da cobertura da mídia para com elas, e estão aqui dispostas numa ordem de brutalidade e/ou polêmica crescente, sendo o primeiro item o mais marcante do ano.


5 - Caixa de papelão marca final de rivalidade: O corpo da jovem Fernanda Teixeira de Andrade, 16, foi encontrado dentro de uma caixa de papelão na Rua Gumersindo de Oliveira, dia 30 de junho. A jovem fora morta a 26 facadas no dia 28 de maio, dentro de uma residência, e depois seu cadáver foi colocado dentro de uma caixa, cuja qual posteriormente acabou abandonada à sorte.
A infratora homicida? Uma adolescente de meros 14 anos, cujo nome ridiculamente não divulgaram, identificada por T.A.S. O motivo do assassinato foi a rivalidade entre as garotas, que disputavam a atenção de André da Silva Lopes, de 22 anos. Segundo a polícia, André mantinha relacionamento com a vítima mesmo sendo namorado de T.A.S..



4 - Acertou a bola errada: Foi apenas dois anos e cinco meses depois que se tornou público o desaparecimento e morte de Eliza Silva Samudio, que os primeiros dois dos oito réus no processo foram julgados. Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, amigo de infância e braço direito do goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza, foi condenado por sequestro, cárcere privado e homicídio triplamente qualificado. Os demais, entre eles o goleiro, devem ser julgados apenas em março de 2013.
Macarrão contou que tentou aconselhar o amigo: "Eu falei com ele, 'Bruno, estou te falando como irmão, deixa essa menina em paz, deixa essa menina'", contou. O goleiro, no entanto, teria respondido, batendo no peito: "deixa comigo. Eu sou o Bruno".
 Embora ainda esteja absolto, o goleiro do flamengo é o principal suspeito de desaparecimento da ex-amante, e o caso que veio à tona em 2012 deverá ser resolvido no próximo ano.



3 - Utilidade alternativa do Facebook: Um garoto holandês de 15 anos de idade teve a oportunidade de tornar-se um assassino oferecida e negociada por mil euros através de mensagens no Facebook! De acordo com o tribunal, ele não conhecia a vítima e teria cometido o crime "a pedido e com instruções de um casal de namorados" via mensagens online. A dupla nada discreta o contratou para cometer o crime após brigar por meses com a vítima Winsie no Facebook.
Embora pouco conhecido aqui no Brasil, o caso, conhecido na Holanda como "o assassinato do Facebook", se tornou bastante popular e provocou um amplo debate sobre o papel da internet em crimes violentos.



2 - Picadinho de Yoki: A loira - ironicamente bacharel em direito - Elize Matsunaga, planejou todos os passos da morte do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, da Yoki, uma das mais abrangentes marcas que acopla aveia, milho para pipoca e outros itens comestíveis.
Embora muita gente creia que a moça era uma canalha que apenas queria usurpar do dinheiro do marido, a história tem dois lados; a relação do casal já vinha muito desgastada, sobretudo após Elize engravidar. “O casamento já estava acabado, praticamente; ambos dormiam em quartos separados e havia agressão física”.
Ao descobrir que estava sendo traída, ela começou a planejar a morte do marido.
O homem acabou sendo morto a tiros e esquartejado em inúmeros pedaços, guardados em sacos plásticos posteriormente espalhados pela estrada dos Pires em Cotia, na Grande São Paulo.


1 - Carne de primeira qualidade: O trio preso em Garanhuns (PE) praticante de canibalismo afirmou que usava parte da carne das nádegas e das coxas de vítimas humanas no recheio de salgados como coxinhas e empadas, que eram vendidas na cidade do agreste pernambucano. Os salgados eram distribuídos por meio de venda ambulante. As coxinhas e empadas eram oferecidas aos funcionários do comércio e restaurantes da cidade.
Acredita-se que trio tenha matado e cozinha um mínimo de mulheres. As vítimas eram mortas a facadas e esquartejadas. Em seguida, o trio bebia o sangue e se alimentava da carne das mulheres mortas por quatro dias, como parte de um suposto ritual que praticavam.

Um comentário:

  1. Já me perguntava "onde a está o povo da empadinha" antes de chegar ao final haha

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