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15 de março de 2015

Postado por Monique | Marcadores: , ,
Como muitas pessoas já sabem, alguns dos alegres musicais da Disney, amados e apreciados por tantas crianças e felizes durante os últimos 80 anos, têm origens verdadeiramente horríveis, envolvendo estupro, assassinato, tortura e outros acontecimentos muito desagradáveis.
Algumas pessoas acreditam que a Disney melhorou as histórias originais, tornando-as mais acessíveis e agradáveis, outros são da opinião de que a Disney deturpou tais obras.
Aqui estão dez exemplos de algumas das origens menos conhecidas dos filmes da Disney, alguns voltando na história, com fontes que muitas pessoas desconhecem, outros revelando origens que não haviam sido previamente discutidas na internet.

1. Pinóquio: Travessuras e Assassinatos


Na primeira versão de Pinóquio, a marionete é punida com a morte por ser tão travessa. Pinóquio zomba cruelmente de Gepeto e foge, Gepeto o persegue, mas é pego por um policial que joga o velho na prisão, acreditando que ele estava assediando o boneco. Quando Pinóquio retorna à casa de Gepeto, encontra um grilo de cem anos de idade, que diz a ele que meninos impertinentes se transformam em burros. Pinóquio lança um martelo no grilo, esmagando-o.

Após Pinóquio quase se queimar na lenha, ele morde a pata de um gato mau e depois conhece uma bela fada de cabelo azul, que lhe diz que está morta e espera que alguém leve seu corpo embora. Pinóquio então é pendurado numa árvore pelo gato com a pata mutilada e por uma raposa, e eles assistem Pinóquio sufocando até a morte. Fim.

Os editores não estavam muito felizes com esse final, de modo que o autor acrescentou uma segunda parte à história. Aqui, a bela fada morta resgata Pinóquio e eles começam a viver juntos, mas Pinóquio retoma seus maus caminhos e, eventualmente, se transforma em um burro. Ele é vendido para o circo, onde acaba ficando manco.

Pinóquio é então levado por um músico, que deseja matá-lo, esfolá-lo e transformá-lo em uma pele de tambor. O músico pendura rochas no pescoço do burro e arremessa-o ao mar para afogá-lo. Quando ele se afoga, peixes comem sua carne até seus ossos, e o esqueleto da marionete de madeira é deixado pra trás. Pinóquio nada para longe, mas é engolido por um tubarão gigante. Dentro do estômago do bicho, ele encontra Gepeto sentado numa mesa, tentando comer um peixe vivo. Depois que eles escapam, Pinóquio passa a valorizar o carinho de Gepeto, e, eventualmente, como uma recompensa por ser um bom rapaz, por cuidar de seu pai e por trabalhar duro, ele é transformado em um menino de verdade.

2. Desmembramento em Alladin



Quem diabos é Cassim, você pergunta? Cassim é o pai de Aladdin, que aparece no terceiro filme; Aladdin e os 40 Ladrões.

No filme, Cassim, o líder da infame Gangue dos Quarenta Ladrões, desiste de seus maus caminhos e vai ao tão esperado casamento de Aladdin e Jasmine. Alguns conceitos do filme foram inspirados em Ali Baba e os Quarenta Ladrões, um conto das 1001 Noites. Na versão original, Ali Baba aprende as palavras secretas para entrar e sair do covil dos Quarenta Ladrões para roubar seus tesouros. Ali Baba revela as palavras ao seu irmão, Cassim, que corre para o tesouro para coletar avidamente todo o ouro que ele poderia carregar. Porém, em sua excitação, ele esquece as palavras mágicas na hora de sair da caverna. Os ladrões voltam e encontram-no. Eles dividem o seu cadáver em vários pedaços e colocam as porções desmembradas na entrada da caverna, como um aviso aos futuros ladrões.

Quando Ali Baba descobre o sinal de aviso macabro, ele recolhe as partes do seu irmão e os leva para casa com ele. Ele pede a uma escrava, Morgiana, para fazer parecer que Cassim havia morrido por causas naturais. Morgiana encontra um alfaiate, que habilmente costura os pedaços do cadáver de Cassim. Os ladrões descobrem onde Ali Baba vive, mas a escrava os engana, fazendo dois deles matarem um ao outro, depois ela mata o resto derramando óleo fervente onde eles estavam escondidos. O líder é o único que sobra, e Morgiana apunhala-o até a morte durante o jantar na casa de Ali Baba. Que escrava fiel!

3. Cinderella Assassina


Até agora, a maioria de nós sabe sobre a versão dos Grimm de Cinderella, onde o príncipe espalha piche na escadaria do palácio, na esperança de que Cinderela fique presa enquanto tenta fugir. Seu plano falha e apenas seu sapato é deixado para trás. Suas irmãs, que são “bonitas, mas de coração negro”, tentam enganar o príncipe para se casar com ele. Uma irmã corta fora seu dedão do pé para que ele possa se encaixar no sapato, a outra corta fora seu próprio calcanhar. Suas trapaças são desmascaradas quando as aves encantadas de Cinderela apontam o sangue em suas meias para o príncipe. Os olhos das irmães são arrancados como punição por sua crueldade. Embora esta seja uma excelente versão de Cinderela, não é a versão a qual a Disney realmente se baseou.

A Cinderela da Disney foi baseada em uma história muito obscura de Charles Perrault, publicada em 1697. A versão de Perrault é quase igual à versão da Disney. No entanto, ambas as versões de Grimm e de Perrault contêm elementos da Gata Borralheira, publicada em 1634, por Giambattista Basile. Nesse conto de fadas obscuro de Basile, Cinderela desabafa com a sua professora a respeito da crueldade de sua madrasta. A professora diz que Cinderela tem que matar sua madrasta fechando um baú grande de madeira em seu pescoço.

Cinderella deve, então, convencer seu pai a se casar com a professora. Cinderella mata sua madrasta e o casamento acontece. Porém, a professora estava escondendo suas próprias sete lindas filhas e, depois do novo casamento, o pai de Cinderela perde o interesse em sua própria filha. Todas elas começam a maltratar Cinderela, abusando dela e botando apelidos nela, e ela é confinada na cozinha para trabalhar como empregada – ela agora é chamada de “Gata Borralheira”, anteriormente seu nome era Zezolla. O resto da história segue como o conto tradicional de Cinderela, e realmente tem um final feliz, mas é bom saber que a Cinderela não foi sempre tão inocente.

4. Bela Adormecida entre Cadáveres


No conto dos Irmãos Grimm de Rosa, uma bruxa amaldiçoa a princesa bebê de modo que em seu décimo quinto aniversário, ela vai picar o dedo numa fiandeira e cairá morta. Outra bruxa enfraquece a maldição para que, em vez de morrer, a princesa durma por cem anos. Em seu décimo quinto aniversário, a menina espeta o dedo e cai em um sono profundo, que se espalha rapidamente por todo o reino, até mesmo as moscas caem no sono. Uma cerca viva de sarça cresce ao redor do castelo e, ao longo dos anos, centenas de jovens de terras distantes tentam fazer o seu caminho através dos arbustos para “darem uma olhada” na princesa adormecida.

No entanto, os galhos são tão grossos que os jovens ficam presos nos espinhos e morrem lenta e miseravelmente. No centésimo ano, um príncipe cavalga para o castelo, os espinhos se transformam em flores e abrem caminho para ele, porque a maldição finalmente acabou. O príncipe encontra a Bela Adormecida e beija-a enquanto ela desperta.

Os Irmãos Grimm se inspiraram no conto Sol, Lua e Talia, escrito por Giambattista Basile. Neste conto, um rei estupra a princesa enquanto ela dorme. Ela engravida e dá à luz gêmeos. Um dos bebês suga a agulha encantada de seu dedo e ela desperta. A rainha tenta matar os bebês e queimar Talia viva, mas o rei salva o dia, a rainha é queimada no lugar de Talia, e todos vivem felizes para sempre.

5. Pequena Sereia Mutilada


Na história de Hans Christian Andersen, em que a Disney se baseou, a cauda da pequena sereia é cortada. Ela tem que viver com uma dor horrível e seus pés sangram sem parar, além disso, o príncipe se casa com outra mulher. A pequena sereia tem uma escolha; ela pode matar o príncipe e voltar a ser uma sereia, ou lançar-se ao mar e morrer. Incapaz de matar o príncipe, ela comete suicídio.

Apesar de A Pequena Sereia ser um original de Andersen, ele se inspirou em um conto chamado Undine, por Friedrich de la Motte Fouqué. Em Undine, um cavaleiro se casa com um espírito da água e ela ganha uma alma humana. Entretanto, os parentes espirituais da Undine são travessos e, por vezes, bastante malignos, e eles começam a complicar o casamento. Pra piorar, Undine permite que a ex-namorada de seu marido, Bertilda, que também é meia-irmã de Undine, more com eles no castelo. O cavaleiro se apaixona por Bertilda, e os dois começam a tratar Undine mal, o que deixa seu tio, um poderoso espírito da água, muito irritado.

Undine comete suicídio jogando-se em um rio caudaloso para salvar seu marido e Bertilda da ira de seu tio. Ela perde a alma humana e torna-se um espírito de novo. O cavaleiro acredita que ela está morta e se casa com Bertilda, mas isso é um grande equívoco, se você já tiver sido casado com um espírito da água anteriormente. Undine é forçada pelo protocolo espiritual a voltar em sua forma de ninfa da água e matar seu ex-marido! Depois que ele é enterrado, uma pequena poça aparece e circunda sua sepultura; assim, Undine e o cavaleiro permanecem juntos para sempre na morte.

6. Branca de Neve Torturada


No conto dos irmãos Grimm da Branca de Neve, a malvada Rainha ordena que um caçador traga de volta os pulmões e o fígado de Branca de Neve, como prova da morte da princesa. O caçador traz de volta as entranhas de um porco e a Rainha avidamente devora os órgãos.

A rainha tenta matar Branca de Neve três vezes: primeiro ela puxa seu espartilho tão apertado que ela desmaia. Segundo ela escovas o cabelo de Branca com um pente envenenado, o que faz com que ela caia em um sono mortal – mas ela desperta quando os anões removem o pente. Finalmente, a Rainha envenena uma maçã que Branca de Neve come e aparentemente morre. Os anões colocam seu cadáver em um caixão de vidro, onde um príncipe transeunte a encontra e decide levá-la para casa com ele. Quando o caixão é movido, Branca de Neve desengasga, cospe o pedaço de maçã e acorda. No casamento, a rainha é colocada em sapatos de ferro quentes e é obrigada a dançar até a morte.

Essas ideias foram emprestadas da história A Jovem Escrava, escrita por Giambattista Basile em 1634. Nesta história, uma bebê é amaldiçoada a morrer em seu sétimo aniversário por uma fada. Quando a menina faz sete anos, sua mãe estava penteando seu cabelo e o pente perfura seu crânio, aparentemente matando-a. A mãe coloca a menina em sete caixões de cristal, colocados um dentro do outro, e tranca-a em uma câmara no castelo. A mãe finalmente morre de tristeza, e confia a chave da câmara ao seu irmão – tio da menina -, dizendo-lhe para nunca mais abrir a porta. Um dia, a esposa do irmão abre a porta e encontra uma bela jovem no interior dos caixões de vidro – a menina continuou a crescer enquanto dormia.

A mulher acha que seu marido está mantendo a menina trancada no quarto para ter relações sexuais com ela, então a arrasta pelo cabelo, o que desaloja o pente e quebra o feitiço. Ela corta o cabelo da menina e amarra sua garganta com as tranças. Ela, então, faz a menina de escrava e bate nela diariamente, tornando seus olhos negros e deixando sua boca tão sangrenta que parece que ela está “comendo pombos crus”. A jovem decide se matar, mas enquanto afiava a lâmina da faca, ela conta sua história para uma boneca. Seu tio ouve e descobre tudo. Ele expulsa sua esposa do reino, presta cuidados médicos à sua sobrinha, e depois arruma um marido rico para ela.

7. Hércules se Sacrifica



Zeus, Deus dos Céus, se disfarça como um homem chamado Anfitrião. Por quê? Para ter relações sexuais com Alcmena, esposa gostosa do Anfitrião! Zeus engravida Alcmena após assediá-la. O verdadeiro Anfitrião faz sexo com Alcmena na mesma noite e também a engravida, assim, ela está grávida de dois bebês de pais diferentes! (Isso é fisicamente possível, inclusive.) Um dos gêmeos – o filho de Zeus – é Heracles – este é o nome original, que significa “Glória de Hera”, nome muito bonito dado só pra irritar Hera.

Quando Heracles se torna um grande guerreiro e se casa com a bela princesa Megara. Eles têm dois lindos bebês, que Heracles mata quando é levado à loucura temporária por Hera. Algumas mitologias dizem Heracles também matou Megara, outros dizem que ele deu a ela a Iolaus, que não era apenas o sobrinho de Heracles, mas também seu jovem amante! – Heracles era um símbolo de proezas sexuais, tendo casos amorosos com vários homens e mulheres.

Mais tarde, quando o centauro Nessus tenta estuprar a quarta esposa de Heracles, Dejanira, ele atira flechas envenenadas com o sangue da Hidra nele. Antes de morrer, Nessus diz para Dejanira coletar seu sangue e sêmen derramados e usá-los como uma poção do amor. Quando Dejanira finalmente começa a se preocupar com a fidelidade de Heracles, ela espalha a poção em uma túnica sacrificial que Heracles veste.

O veneno da Hidra – que entrou no sangue do Nessus quando a flecha envenenada perfurou ele – queima a pele de Heracles e ele rasga a camisa, mas sua pele é arrancada junto, expondo seus ossos. Dejanira engasga em horror. Para acabar com sua agonia torturante, seu amigo Filoctetes acende uma pira funerária e Heracles se joga nela, mas em vez de morrer, a parte imortal do seu corpo é deixada após a sua carne humana queimar e Heracles retorna ao Olimpo como um imortal, se reconcilia com Hera e, presumivelmente, vive feliz para sempre.

8. O Cão e a Raposa – Inimigos Mortais


Copper odeia Chefe; um cão de caça mais novo e mais rápido, que está tomando o lugar de Copper no bando. Após Chefe salvar seu Mestre de um urso durante uma caçada, o ódio e ciúme de Copper crescem. O Mestre elogia Chefe, mas ignora Copper, que se encolheu de medo quando o urso atacou. Tod é uma raposa que se deleita em insultar cães acorrentados e conduzi-los ao frenesi. Um dia, Chefe quebra suas correntes e persegue Tod. Tod leva o cão para uma ferrovia e Chefe é atropelado por um trem e morre. O Mestre jura vingança e treina Copper para ignorar todas as outras raposas, exceto Tod.

Tod conhece uma raposa mais velha e eles fazem uma ninhada, mas o Mestre e Copper encontram a toca, enchem-na de gás e matam os filhotes. A raposa então é pega numa armadilha e morre. Tod encontra outra raposa e faz mais filhotes, mas novamente sua família é abatida pelo Mestre. Num inverno, há um surto de raiva entre as raposas, que agora são carniceiras. Uma das raposas infectadas ataca um grupo de crianças humanas e o Mestre coloca veneno para tentar matar o maior número possível de raposas. Uma criança humana come o veneno e morre.

Tod escapa de muitos outros atentados a sua vida, mas um dia Copper caça Tod tão implacavelmente que Tod cai morto de exaustão. Copper também quase morre, mas o Mestre salva sua vida. Eles desfrutam de alguma nova popularidade, mas o Mestre começa a beber de novo e, eventualmente, acaba tendo que ir para um lar de idosos. Antes de ir, ele pega a espingarda e atira em Copper, chorando enquanto assassina seu companheiro. Fim.

9. Tortura e Morte em O Corcunda de Notre Dame


Frollo não tenta jogar o bebê deformado em um poço como no filme da Disney. No original sombrio de Victor Hugo, Frollo resgata o bebê de ser queimado vivo por quatro mulheres que pensam que é um demônio. Frollo adota o bebê e nomeia-o Quasimodo. Frollo, eventualmente, é levado à loucura com a luxúria de dominar uma linda menina cigana de 15 anos de idade chamada Esmeralda e manda Quasimodo sequestrá-la.

Quasimodo é pego em flagrante e preso pelo belo soldado Phoebus, por quem Esmeralda se apaixona. Quasimodo é torturado e deixado exposto no pelourinho público. Phoebus – que já está noivo, mas é um completo vagabundo – organiza um “encontro privado” entre ele e Esmeralda, mas Frollo paga Phoebus para deixá-lo se esconder nas sombras e espioná-los. Esmeralda, tomada por luxúria, desiste de seu voto de castidade e Phoebus vai direto ao que interessa. Tomado pela inveja, Frollo emerge das sombras, apunhala Phoebus nas costas e foge pela noite. Esmeralda é acusada de tentativa de homicídio, torturada até dar uma falsa confissão em um calabouço subterrâneo, e condenada à forca.

Quasimodo resgata a donzela quando ela é levada ao patíbulo e esconde Esmeralda em Notre Dame, onde Frollo tenta estuprá-la. Quasimodo intervém novamente, Frollo e Esmeralda se enfrentam numa batalha breve e sangrenta durante a qual Frollo diz a ela que vai poupá-la, se ela der seu “amor” a ele. Ela se recusa e ele a entrega às tropas. Frollo assiste a execução de Esmeralda rindo histericamente enquanto ela se contorce na corda. Quasimodo em seguida, joga Frollo das alturas de Notre Dame.

Quasimodo então rasteja para a cripta onde os corpos de criminosos executados são deixados para apodrecer e envolve-se em torno do cadáver em decomposição de Esmeralda. Eventualmente, os dois esqueletos são encontrados, envoltos num abraço eterno.

10. Pocahontas é Estuprada e Assassinada


Os dois filmes da Disney sobre a beleza curvilínea da nativa de poucas roupas são baseados em contos ingleses esterilizados e falsificados do início da história da colônia de Virgínia. Pocahontas tinha apenas 10 anos de idade quando Smith fez o primeiro contato com os Powhetans. É verdade que ele foi capturado pela tribo, mas em seu relato original, Smith conta que foi tratado muito gentilmente. Foi só muitos anos depois, quando o nome de Pocahontas ficou conhecido na Inglaterra, que Smith fabricou a história sobre ela resgatá-lo da execução.

Quando Pocahontas tinha dezessete anos, ela foi capturada pelo Inglês e mantida como refém. Seu marido Kokoum foi morto e Pocahontas foi estuprada várias vezes e, consequentemente, engravidou. Ela foi forçada a se converter ao cristianismo, batizada Rebecca e, rapidamente, casada com um inglês agricultor de tabaco chamado John Rolfe para fazer a gravidez parecer legítima. Em 1615, a família Rolfe viajou para a Inglaterra e Pocahontas foi atada em um espartilho e apresentada ao público como um “símbolo da Virginia selvagem domesticada”.

Após dois anos na Inglaterra, os Rolfe iniciaram a sua viagem de volta à Virginia, quando Pocahontas de repente começou a vomitar e convulsionar violentamente após o jantar. Antes mesmo de terem chegado ao rio Tamisa, Pocahontas tinha morrido de forma horrivelmente dolorosa. Relatos históricos relatam “incerteza sobre a causa da morte “, especulando que ela possa ter sucumbido a pneumonia, tuberculose ou mesmo a varíola. No entanto, no livro The True Story of Pocahontas; The Other Side of History, Linwood Custalow e Angela L. Daniel postulam que durante seu tempo na Inglaterra, Pocahontas soube das intenções inglesas de obliterar as tribos indígenas nativas e de tomar suas terras. Com medo de que Pocahontas pudesse revelar suas estratégias políticas, seu assassinato foi rapidamente planejado e ela foi envenenada antes que pudesse chegar em casa e relatar o que tinha descoberto. Pocahontas tinha apenas 22 anos de idade quando morreu.

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