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29 de janeiro de 2015

Postado por Monique | Marcadores: ,
Múmia de monge é encontrada em pose de meditação

Os restos mortais de um monge foram encontrados em posição de meditação na última terça-feira (27), na Mongólia. Com 200 anos, a múmia está preservada e se encontra em posição de meditação.

Segundo o Daily Mail, uma equipe de investigação busca descobrir quem é o religioso desconhecido, além das causas da morte, idade correta e outras informações referentes à sua vida.

A princípio, os cientistas afirmaram que a múmia teria sido preservada em pele de animal na província de Songino Khairkhan, na Mongólia.


Professor encontra cadáver de 'vampiro' na Bulgária

O professor Nikolai Ovcharov encontrou um cadáver de um "vampiro" quando realizava uma escalação nas ruínas de Perperikon, no sul da Bulgária. O esqueleto tinha uma estaca empalada em seu peito, da mesma maneira que manda o ritual para matar as criaturas míticas. As informações são do Mail Online.

"Não tenho dúvidas de que encontramos um ritual anti-vampiro", disse o professor. "Esse tipo de procedimento era aplicado em pessoas que morriam em circunstâncias incomuns, como suicídio".

O estudioso acredita que a estaca foi cravada no peito do cadáver após sua morte, no século 13. Por algum motivo, uma parte de sua perna esquerda havia sido removida.



Italianos desenterram "vampira" de túmulo em Veneza
Pesquisadores italianos acreditam ter encontrado os restos mortais de uma "vampira" em Veneza. Ela estava enterrada com um tijolo na boca para impedi-la de se alimentar das vítimas de uma peste que assolou a cidade no século 16.

O antropólogo Matteo Borrini, da Universidade de Florença, disse que a descoberta confirma a crença medieval de que vampiros estariam por trás das epidemias de pestes tais como a Peste Negra.

Em entrevista concedida à Reuters por telefone, Borrini declarou: "Esta é a primeira vez que a arqueologia consegue reconstruir o ritual de exorcismo de um vampiro. Isso ajuda a entender como o mito dos vampiros surgiu."

O esqueleto foi encontrado em uma vala comum onde foram enterradas as vítimas da peste veneziana de 1576, na qual morreu o artista Ticiano, em Lazzareto Nuovo, a três quilômetros a nordeste de Veneza. O lugar era usado como sanatório para as vítimas da peste.

Segundo Borrini, a sucessão de pestes que assolou a Europa entre 1300 e 1700 alimentou a crença nos vampiros, principalmente porque nesta época a decomposição de cadáveres ainda não era bem compreendida.

Ele contou que os coveiros que abriam as valas comuns por vezes se deparavam com corpos inchados por gases, com cabelo ainda em crescimento e sangue saindo de suas bocas, e acreditavam que os mesmos continuavam vivos.

As mortalhas usadas para cobrir os rostos dos mortos eram frequentemente deterioradas por bactérias da boca, deixando à mostra os dentes do cadáver, o que rendeu aos vampiros a fama de "comedores de mortalha".

De acordo com textos médicos e religiosos da Idade Média, acreditava-se que os "mortos-vivos" espalhavam pestes para sugar o resto de vida dos cadáveres, e assim adquirir a força necessária para voltar às ruas.

"Para matar o vampiro você deveria remover a mortalha de sua boca, pois esse era seu alimento, e substituí-la por algo que não pudesse ser comido", disse Borrini. "É possível que outros cadáveres tenham sido encontrados com tijolos na boca, mas esta é a primeira vez em que este ritual foi reconhecido."

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